21.2.10
011
Calças às riscas
Tenho uma calças às riscas
E um par de sapatos que não combinam
O casaco está roto
A camisa tem a gola suja
As meias negras são novas
E as flores já não cheiram a sovacos.
Tenho uma calças às riscas
E um par de sapatos que não combinam
O casaco está roto
A camisa tem a gola suja
As meias negras são novas
E as flores já não cheiram a sovacos.
003
Um dois e três
A comer um de cada vez…
Deixo de ler o sono e o estómago vai-se,
Longe.
E fico perto do género literário
O não consumido desmedurado
O medido resumido,
Em boa parceria descrita em páginas de telemóvel sobrecarregado de sms e mms sem sentido de 52centimos cada.
A comer um de cada vez…
Deixo de ler o sono e o estómago vai-se,
Longe.
E fico perto do género literário
O não consumido desmedurado
O medido resumido,
Em boa parceria descrita em páginas de telemóvel sobrecarregado de sms e mms sem sentido de 52centimos cada.
charme bicicleta
nervo,
fervo,
quando o cérebro mingua.
é electro-magna causa oxigená-lo.
danço salto voo,
quando o comboio vem.
rico pobre alegre nobre
falta alguém?
já não há
senão Bem
ao contrário,
diz o vigário,
do alto das suas saias brancas,
manchadas.
conta, conta-me como foi,
como é,
um pontapé, de bicicleta.
nunca o dei,
nunca dei
uma para a caixa,
nem alta nem baixa.
nem uma rasteira.
estatelei-me no chão
e nem sequer na bola toquei.
oh, tristes pés, sempre ao léu.
se ao menos alguém me desse umas Adidas em 3ª mão,
ou de uma marca qualquer,
em 3º pé, perdão...
e do pé para a mão,
perdi a razão que tinha.
e o que tem o cu com as calças?
uma relação,
íntima ou não, têm.
de jeans rasgados nos joelhos,
solta o rasgo frente ao espelho
espalhando charme,
espelhando os ossos,
diz:
"vou uivar para ali.
aqui ninguém me «oive»".
fervo,
quando o cérebro mingua.
é electro-magna causa oxigená-lo.
danço salto voo,
quando o comboio vem.
rico pobre alegre nobre
falta alguém?
já não há
senão Bem
ao contrário,
diz o vigário,
do alto das suas saias brancas,
manchadas.
conta, conta-me como foi,
como é,
um pontapé, de bicicleta.
nunca o dei,
nunca dei
uma para a caixa,
nem alta nem baixa.
nem uma rasteira.
estatelei-me no chão
e nem sequer na bola toquei.
oh, tristes pés, sempre ao léu.
se ao menos alguém me desse umas Adidas em 3ª mão,
ou de uma marca qualquer,
em 3º pé, perdão...
e do pé para a mão,
perdi a razão que tinha.
e o que tem o cu com as calças?
uma relação,
íntima ou não, têm.
de jeans rasgados nos joelhos,
solta o rasgo frente ao espelho
espalhando charme,
espelhando os ossos,
diz:
"vou uivar para ali.
aqui ninguém me «oive»".
9.2.10
E depois de «CAFÉ & CIGARROS»... [ReMake-Up]
O realizador Jim Jarmusch roda, em Portugal, o filme-documentário «EMPALHADA DE TREMOÇOS, AMENDOINS E AZEITONAS»,
em torno de conversas de cafés e tascas, com actores amadores nos principais papéis.
Os papéis secundários
– de barman, cozinheira, empregada de limpeza e o tipo que vai comprar tabaco à caixa, etc. -
foram atribuídos a actores como Alexandra Lencastre, João Perry, Rogério Samora e Marina Mota.
8.2.10
5.2.10
Subscrever:
Mensagens (Atom)