
Inusitadamente, dei de caras com o combo dos suicidas aos 27,
Sim, esses mesmo: os famigerados artistas-paraquedistas meteóricos do «Clube dos 27» .
Dados do Relatório do Encontro (os passíveis de serem publicados):
Um tanto ou quanto elitistas e corporativistas,
Mas também cooperativistas.
Abandonaram as substâncias psicotrópicas.
E as artes.
O lugar onde pairam hoje é um transe ininterrupto, não-químico.
A Janis tem agora um pénis, mas cansou-se de sexo e de ser sexy.
O Hendrix dedica-se à colecção de guitarras de plástico florescentes e de jubas de defuntos.
O Kurt Cobain afirma com veemência que tem como melhor amigo Jesus Cristo, que o houvera escolhido como mensageiro, mas que o mundo não entendeu a mensagem.
O Brain Jones tem como passatempo preferido «atirar calhaus» aos últimos discos dos Stones, encarnando numa elite de críticos de música.
O Jim Morrison atingiu o nirvana e garante que estava errado acerca do Fim, quando escreveu o «The End».
O Basquiat, vítima de uma overdose de speedball, criou uma nova modalidade desportiva, acelerada, que não sabe jogar: o «basquiatball».